terça-feira, 19 de junho de 2012

* Transtorno do Pânico


TRANSTORNO DE PÂNICO


O que é?
O Transtorno de Pânico se caracteriza pela ocorrência espontânea de ataques de pânico. Os ataques de pânico duram quase sempre menos de uma hora com intensa ansiedade ou medo, junto com sintomas como palpitações, respiração ofegante e até mesmo medo de morrer. A pessoa pode ter múltiplos ataques durante um único dia até, apenas, alguns ataques durante um ano. Estes ataques podem ocorrer acompanhados por agorafobia, que é o medo de estar sozinho em locais públicos, especialmente, locais de onde uma rápida saída seria difícil em caso de ocorrer um ataque de pânico.


O que se sente?
O primeiro ataque de pânico muitas vezes é completamente espontâneo, embora os ataques de pânico, em geral, ocorram após excitação, esforço físico, atividade sexual ou trauma emocional. O ataque freqüentemente começa com um período de 10 minutos de sintomas que aumentam rapidamente. Pode se sentir extremo medo e uma sensação de morte e catástrofe iminente. As pessoas, em geral, são incapazes de indicar a fonte de seus medos. Pode haver dificuldade de concentração, confusão, aceleração do coração, palpitações, falta de ar, dificuldade para falar e um enorme medo de morrer. O ataque dura de 20 a 30 minutos, raramente mais de uma hora.


Como se faz o diagnóstico?
O médico diagnostica o transtorno de pânico através do relato contado pelo paciente, procurando diferenciar de outras doenças físicas ou psicológicas. Muitas vezes a pessoa procura ajuda quando nota que não está mais conseguindo sair sozinha de casa por medo que ocorra um ataque de pânico.


Como se trata?
A pessoa deve procurar um médico que provavelmente irá associar um modelo de psicoterapia com uma medicação. Os sintomas melhoram dramaticamente nas primeiras semanas de tratamento. Atualmente os medicamentos mais empregados são os antidepressivos. Os sintomas melhoram consideravelmente nas primeiras semanas de tratamento.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?144#.T9_Xo0RY560.facebook

segunda-feira, 4 de junho de 2012

* Retardo Mental Leve, Moderado e Grave


Retardo mental leve

O retardo mental leve é caracterizado por um qociente intelectual (QI) entre  52 a 68.

As crianças com um grau leve de retardo mental podem atingir um nível de leitura similar aos das crianças que cursam entre a 4a e a 6a série escolar, aprender as habilidades educacionais básicas necessárias no dia-a-dia.

Essas pessoas geralmente não apresentem defeitos físicos evidentes, mas podem apresentar epilepsia e necessitam de supervisão de instituições educacionais especiais. São freqüentemente imaturos e pouco refinados, com pouca capacidade de interação social. A sua linha de pensamento é muito específica e em geral, eles são incapazes de generalizar. Possuem dificuldades para ajustar-se a situações novas e podem apresentar uma má capacidade de julgamento, falta de prevenção e credulidade excessiva, e são capazes de cometer crimes impulsivos.

Apesar da capacidade intelectual limitada todas as crianças com retardo mental podem beneficiar-se com a educação.

Retardo mental moderado

As crianças com um retardo mental moderado saão assim caracterizadas por apresentarem um quociente de inteligencia (QI) entre 36 e 51.

Elas apresentam uma maior lentidão para aprender a falar  ou sentar, mas se receber treinamento e apoio adequados, os adultos com esse grau de retardo mental conseguem viver com alguma independência.

Mas a intensidade do apoio deve ser estabelecida para cada paciente e alguma vezes pode ser preciso apenas uma pequena ajuda, para que consiga estar integrado.

 É fato que a expectativa de vida da crianças com retardo mental pode ser mais curta, e parece que quanto mais grave o retardo mental, menor a expectativa de vida

Retardo mental grave

É o quociente de inteligente (QI) que mede a capacidade intelectual de uma criança, com um razoável grau de exatidão. Quando o QI está entre os 20 e os 35, trata-se de um retardo mental grave, e neste caso a criança não pode receber aprendizagem mesmo quando comparada a uma criança com um retardo menos intenso, assim como nos casos em que o quadro de retardo mental é profundo onde o QI é inferior a 19.

Nesses casos, em geral a criança não consegue aprender, falar ou compreender em um grau que se possa avaliar. É sempre necessário apoio profissional especializado.

A expectativa de vida está de alguma forma relacionada ao retardo mental e quanto mais grave for o retardo mental, menor será a expectativa de vida.

Fonte: http://www.tuasaude.com/retardo-mental-grave/ - http://www.tuasaude.com/retardo-mental-moderado/ - http://www.tuasaude.com/retardo-mental-leve/